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Projeto “Pará Caribe” abre inscrições para formação musical e criação coletiva em Belém

Iniciativa da Fundação Cultural do Pará oferece oficinas gratuitas com foco em ritmos amazônicos e influências caribenhas

Publicado em 01/05/2026 08:28
Projeto “Pará Caribe” abre inscrições para formação musical e criação coletiva em Belém

Fundação Cultural promove formação musical e criação coletiva com o ‘Pará Caribe’
Projeto oferece oficinas simultâneas de canto, percussão, contrabaixo, violão e guitarra, priorizando ritmos como lambada, brega e carimbó urbano

A Fundação Cultural do Pará (FCP) inicia nova edição do Projeto Pará Caribe, que une formação musical e criação artística a partir de gêneros tradicionais da música paraense em diálogo com sonoridades caribenhas. As atividades serão realizadas na Casa da Linguagem, em Belém, de 25 de maio a 16 de junho, incluindo oficinas simultâneas de canto, percussão, contrabaixo, violão e guitarra.

As aulas serão realizadas às terças e quintas-feiras, das 18h30 às 21h, totalizando 30 horas de formação, promovendo iniciação e aperfeiçoamento de músicos. As inscrições são presenciais, e podem ser feitas de 4 a 22 de maio, na Casa da Linguagem.

O “Pará Caribe” é um conjunto de oficinas que ocorrem ao mesmo tempo, reunindo alunos de diferentes níveis de experiência. É voltado a ritmos como lambada, brega e carimbó urbano, este popularizado pelo cantor Pinduca.

O projeto busca explorar as conexões entre a produção musical amazônica e influências do Caribe, especialmente no uso de instrumentos e arranjos. Um dos diferenciais é o Laboratório Pará Caribe, etapa dedicada à criação musical, quando os alunos são incentivados a compor músicas, individual ou coletivamente, desenvolvendo repertório autoral ao longo do curso. As composições serão trabalhadas e ensaiadas para apresentação ao público.

A programação será encerrada no dia 5 de julho (domingo), com apresentação no coreto da Praça Max Martins, na Casa da Linguagem. A escolha da data busca aproveitar a movimentação cultural tradicional na Praça da República, ampliando o acesso do público às produções desenvolvidas no projeto.

A equipe de professores reúne nomes importantes da música paraense. Na percussão, o músico Márcio Jardim assume o núcleo da oficina, dando continuidade ao trabalho iniciado por Nazaco Gomes, um dos idealizadores do projeto. O contrabaixista Príamo Brandão retorna como professor, enquanto Eduardo Barbosa, ex-aluno do Pará Caribe e atualmente mestrando na área pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), passa a integrar a equipe como docente de violão e guitarra. A coordenação e as aulas de canto e criação musical ficam sob a responsabilidade de Iva Rothe, técnica da Fundação Cultural do Pará e coordenadora do projeto.

Segundo Iva Rothe, o projeto vai além do ensino musical tradicional. “O Projeto Pará Caribe é um espaço de encontro e criação, onde músicos de diferentes níveis podem aprender, tocar juntos e, principalmente, compor a partir da música paraense em diálogo com as influências caribenhas”, explicou a coordenadora.

O projeto também fortalece o vínculo entre prática musical e pesquisa acadêmica. Desde sua primeira edição, em 2015, o “Pará Caribe” tem sido objeto de estudos, incluindo dissertações de mestrado que analisam sua metodologia e impacto cultural.

PROGRAMAÇÃO:

Laboratório Pará Caribe de Percussão

Instrutores: Marcio Jardim e Marcelino Santos. Idade: a partir de 16 anos. Terças e quintas, das 18h30 às 21h. Vagas: 15.

Laboratório Pará Caribe de Canto

Instrutora: Iva Rothe. Idade: a partir de 16 anos. Terças e quintas, das 18h30 às 21h. Vagas: 15.

Laboratório Pará Caribe de Violão e Guitarra

Instrutor: Eduardo Barbosa. Idade: a partir de 16 anos. Terças e quintas, das 18h30 às 21h. Vagas: 15.

Laboratório Pará Caribe de Contrabaixo

Instrutor: Príamo Brandão. Idade: a partir de 16 anos. Terças e quintas, das 18h30 às 21h. Vagas: 15.

Serviço: Projeto “Pará Caribe”. Inscrições gratuitas de 4 a 22 de maio, na Casa da Linguagem – Avenida Nazaré, n° 31, Bairro Nazaré, Belém.

Período de aulas: 25 de maio a 16 de junho, com 30 horas de formação.

Autoria: Redação
Imagem: Imprensa Amazônica / Divulgação

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